Os dentes dos animais...
As placas bacterianas e cálculos aparecem nos dentes por volta do primeiro ano
de vida do animal. Os microrganismos, constituídos principalmente por bactérias,
junto com os compostos da saliva, gradativamente se acumulam e se aderem aos
dentes. Essa deposição constante culmina com a formação dos cálculos
dentais (tártaros). Isso leva à inflamação das gengivas, que expõe
os dentes, causando sensibilidade e os quadros de periodontoses.
Por isso a escovação regular é extremamente importante. Mas
deve-se ter cuidado com os produtos a serem utilizados. Cremes dentais de uso
humano contém sabões e detergentes que agridem o esôfago e estomago dos animais.
Algumas pastas e géis para uso veterinário contém muitos abrasivos e ácidos que
para remover os tártaros, mas que também destroem o esmalte dos dentes,
propiciando um local ideal para a instalação de processos de cárie dental.
Muitos desses também contém açúcar para torna-los mais palatáveis. A
maioria sem aprovação do Ministério da Agricultura.
Foi por isso que a SKINlab
desenvolveu e lançou, em 1993, o primeiro creme dental do Brasil:
DOG-DENT, também o primeiro do mundo com
a acidez e a abrasividade balanceadas para as condições dentárias dos animais
domésticos carnívoros. Foi um trabalho de pesquisa exaustivo, que durou
aproximadamente três anos, mas que culminou no produto ideal para a higienização
e prevenção dental dos animais.
DOG-DENT
é muito bem aceito pelos animais, pois sua essência
aromatizante também foi alvo da pesquisa, assim como os adoçantes, conferindo
uma excelente palatibilidade.

Cães têm
personalidade individual
Os cães apresentam personalidades individuais muito
diferenciadas, conclui a pesquisa de Sam Goslinges, da Universidade do Texas,
que realizou um teste de caráter e classificou os cães segundo quatro fatores de
extremos positivos e negativos, utilizando o método para analisar a
personalidade humana.
A pesquisa indica que os cães se identificam melhor com os
proprietários que têm personalidades semelhantes às suas.

Comida em excesso
pode matar animais de estimação
Uma pesquisa sugeres que aproximadamente 44% dos cães e 33%
dos gatos da Austrália estão em risco de morte por obesidade,
principalmente por erros de dieta.
Estão mais expostos a diabetes, problemas cardíacos, articulares e
hepáticos.
O excesso de comida e o desequilíbrio da composição da mesma é hoje
uma preocupação também para os animais, apesar que a castração e pouco exercício
físico têm grande influência nesse aumento da obesidade.

fumante passivo...
O médico veterinário Marcello Roza analisou 15 cães yorkshire
que conviviam a dois anos com fumantes e outros 15 que viviam em locais isentos
da fumaça de tabaco. e obteve o resultado alarmante de que todos os animais do
primeiro grupo apresentaram alterações devido ao fumo. Encontrou cotinina
(derivado da nicotina) na urina dos animais. Por broncoscopia, observou que os
pulmões desses cães, apresentavam mais células do sistema imunológico, como
linfócitos e macrófagos, o que indica uma reação às agressões produzidas pelo
cigarro.